de uma árvore.
Agarrou-o com as duas mãos, deitou-se quase de barriga para baixo na relva e estendeu o galho o mais longe possível sobre a água.
— Vamos, agarra! — gritava ela para o cão.
Mas o animal não reagia. Os seus olhos continuavam fechados. A menina tocou cuidadosamente no focinho dele várias vezes com o galho. Finalmente, o animal recuperou um pouco os sentidos e tentou agarrar-se ao galho com as patas dianteiras.
A menina puxou.
Percebeu imediatamente como aquele cão era pesado. O galho escorregava das patas molhadas do