sala.
Esperei.
Um segundo.
Dois.
Cinco.
Finalmente, ele disse:
— Não da maneira que você está pensando.
Senti algo se quebrar dentro de mim.
Porque existem respostas que são piores do que um “sim”.
— Então sim.
— Claire…
— Não diga meu nome como se isso pudesse consertar alguma coisa.
Ele se sentou.
Pela primeira vez em cinco anos, parecia um homem assustado.
— Foi um erro.
— Uma vez?
Ele não respondeu.
— Daniel.
Ele fechou os olhos.
— Várias vezes.
Senti como se o chão desaparecesse sob meus pés.
Mas não chorei.
Não lhe daria