norte do vilarejo. A propriedade pertenceu ao meu pai, William Carter.
A mulher perdeu a cor.
— Você é filha dele?
— Sou. Emily Carter.
O homem sentado perto da lareira se levantou lentamente.
Era alto, magro, com cabelos completamente brancos e um rosto marcado por rugas profundas.
— William teve uma filha?
Emily franziu a testa.
— Duas. Eu e meu irmão.
O homem pareceu incomodado.
— Não foi isso que eu quis dizer.
Ele se aproximou.
— Seu pai vinha aqui todos os anos?
— Não sei. Ele nunca me falou muito sobre este lugar.