carta novamente.
Precisava descobrir o que havia debaixo do lago antes que Michael conseguisse chegar primeiro.
Mas, antes de continuar a leitura, percebeu algo que a fez perder o fôlego.
A última página da carta estava manchada por uma substância escura.
Não era tinta.
Era sangue seco.
E, abaixo da mancha, seu pai havia escrito uma última frase:
Emily releu a frase tantas vezes que as palavras começaram a perder o sentido.
“Não confie em ninguém que diga que minha morte foi natural.”
Seu pai não estava apenas escondendo um