O tabelião soltou uma pequena risada ao ler a herança deixada para Emily Carter.

de seu pai.

Ela a reconheceria em qualquer lugar, pois havia visto aquela caligrafia durante toda a infância, em bilhetes deixados na geladeira, cartões de aniversário e cartas que ele enviava mesmo quando os dois moravam sob o mesmo teto.

Emily apontou para a frase.

— Por que isso não foi digitado?

O tabelião ficou imóvel.

Michael interveio rápido demais.

— Porque o velho provavelmente estava perdendo a cabeça.

Emily virou o rosto para ele.

— Papai não tinha demência.

— Foi só uma maneira de falar.

— Não pareceu.

Os irmãos se encararam.

Michael