familiar.
*Ploft.*
Saí para a varanda.
Lá estava ele.
Um saquinho de chá recém-usado, caído ao lado dos meus vasos de flores.
Fiquei olhando para ele por alguns segundos. Então, estranhamente, eu sorri.
Voltei para dentro.
Preparei um café.
Sentei-me à mesa da cozinha.
E comecei a pensar.
Quando terminei minha xícara, eu sabia exatamente o que ia fazer.
Nada destrutivo.
Nada que me metesse em encrenca.
E, definitivamente, nada de gritaria no corredor.
Eu só precisava de uma maneira de fazê-lo entender que o que parecia insignificante da varanda