Meus primos sabiam que eu nunca ficava lá a noite. Meu pai sabia que eu não podia trancar a porta do banheiro quando tomava banho porque “e se algo acontecesse?” Todo mundo sabia que minha mãe falava por mim.
Eles simplesmente chamavam de amor porque era mais fácil.
Quando eu era adulto, já tinha carteira de motorista, contrato de aluguel, cartão de biblioteca e nenhuma ideia do que havia dentro de metade das garrafas com meu nome impresso.
Eu conhecia alguns pela cor.
Os pequenos brancos.
Os amarelos amargos.
Aquele