Pedi ao meu vizinho de cima, em três ocasiões diferentes, que parasse de jogar saquinhos de chá usados ​​na minha varanda. Na primeira vez, ele pediu desculpas. Na segunda, agiu como se não fosse nada demais.

No começo, sinceramente, acreditei que fosse um acidente.

O primeiro saquinho de chá caiu perto de um dos meus vasos de flores. Peguei-o, joguei no lixo e esqueci o assunto.

Mas, uma ou duas semanas depois, saí e encontrei outro bem em cima de uma toalha branca e limpa que eu havia estendido numa cadeira para secar.

Uma grande mancha marrom já havia impregnado o tecido.

Foi então que decidi falar com ele.

Subi e bati à porta do apartamento 4B.

Quando ele abriu a porta, ergui o saquinho de