chá.
“Isso é seu?”
A expressão dele mudou imediatamente para uma de desculpas.
“Ah, puxa. Isso caiu da minha varanda?”
“Não é o primeiro.”
Ele coçou a testa.
“Sinto muito. Fico meio sonolento de manhã. Às vezes termino meu chá lá fora e jogo o saquinho sem pensar.”
Ele parecia genuinamente envergonhado.
“Não vai acontecer de novo.”
Agradeci e desci.
Por um momento, cheguei a pensar se não estava dando importância demais a algo irrelevante.
A manhã seguinte respondeu a essa pergunta.
Outro saquinho de chá molhado estava na minha